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auto-acusação
“Há a Bárbara em carne-viva aqui. Sem a fantasia da máscara e com a verdade de suas cicatrizes. Impressas no corpo. Impressas no acontecer. Em cada uma das obras, o medo de ser a Barbara é movente. Enquanto transmuta, suas memórias se ativam. De outros mundos, com outras criaturas. Enquanto ela sangra, suas memórias se prolongam. Enquanto ela rasga, escorre pó de vidro por sua corrente sanguínea.”
Cassiana Der Haroutiounian
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